Psicofármacos No Tratamento Da Dependência Química: Uma Revisão Revista Interdisciplinar De Estudos Em Saúde
A dependência química é uma doença crônica reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que afeta cerca de 35 milhões de pessoas no mundo, segundo o Relatório Mundial sobre Drogas. Faz um mês q estou namorando um rapaz adicto confesso q pra mim foi uma surpresa saber q ele está em em recuperação das drogas. Não é fácil lidar com uma pessoa assim mais estou tentando ajudar para q ele não volte ater recaídas!!
clínica de recuperação feminina
Nessa instituição, as internações são realizadas somente se há interesse por parte do usuário, não ocorrendo internações compulsórias. Assim, as internações se dão quando o usuário procura por tratamento em sua cidade, que o encaminha para o hospital. Outro grande facilitador do tratamento, evitando internações desnecessárias, poderia ser a Estratégia de Saúde da Família (ESF) em comunidades com acentuada vulnerabilidade social, como as periferias das grandes e médias cidades brasileiras. No entanto, a falta de estrutura e o preconceito, até mesmo dos agentes da ESF, prejudicam o trabalho e muitas dessas ações sequer incluem a atenção ao uso de álcool e outras drogas. A lei ainda avança no que se refere ao objetivo do tratamento, adequando-se às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Neste sentido, se o indivíduo recair, não significa que ele irá retornar para o início do seu processo de mudança. Com o objetivo de garantir a integralidade e segurança do tratamento, o dependente químico será acompanhado por uma equipe multidisciplinar composta de Médico, Psicoterapeuta e Enfermagem. No Brasil, a substância não é liberada pela Anvisa, mas a agência permite importá-la para tratamentos específicos —principalmente para dependência química e depressão—, prescritos por médicos. A dependência química, no meu entendimento, precisa ser vista como uma doença biopsicossocial. Também acredito que o suporte profissional especializado seja um ponto fundamental para que o uso abusivo de álcool e outras drogas seja abandonado. É uma fase que exige muita dedicação, motivação e perseverança, com resultados já mais visíveis no enfrentamento à dependência química.
Hoje em dia, existem diversas maneiras de tratar essa doença séria, e é exatamente sobre isso que vou falar com mais detalhes a partir de agora. Somadas a esses fatores, temos a carência de um suporte social adequado, a falta de políticas públicas em ações educacionais e preventivas, a necessidade de aceitação em determinados grupos, a sensação de libertação, contravenção e a fuga das responsabilidades. É só observar uma festa rave para atestar isso – a administração de substâncias sintéticas é quase um “kit balada” obrigatório. No entanto, ao fazer uso recorrente de entorpecentes, é como se enviássemos uma mensagem para o nosso cérebro dizendo que o único modo de termos acesso a sentimentos positivos é por meio das drogas.
Opiáceos, canabióides, sedativos e hipnóticos, alucinógenos, solventes voláteis e estimulantes (incluindo a cafeína) também fazem parte do levantamento, com números menores de registros. Por fim, o uso de múltiplas drogas e de outras substâncias psicoativas não listadas individualmente somam 151,3 mil atendimentos. Este artigo procura relembrar a trajetória de exclusão provocada pelos tratamentos de dependência química no Brasil e apresenta as formas atuais de tratamentos que objetivam a reinserção social do usuário.
Por meio de informações obtidas na anamnese médica, é desenvolvido um trabalho de integração ao grupo e discussão dos conceitos de doença, perda de domínio, impotência, inabilidade, inadequação, egocentrismo e mecanismos de defesa. Como consequência, acredita que não existe uma motivação para a sua aceitação em mudar de atitude. A diferença para o modelo anterior é que, para a internação ocorrer, não é necessária a autorização familiar. Abaixo, falo sobre as possibilidades disponíveis, que precisam ser vistas de maneira complementar.

Assim como o dependente precisa acreditar na sua recuperação e tentar viver um dia de cada vez, as pessoas ao redor devem acreditar que é possível. Deste modo, seja paciente se a pessoa sofrer uma recaída, caso sinta medo ou até mesmo se ela tentar desistir. Jamais deixe que a pessoa se entregue à depressão e caia novamente no mundo das drogas.